sábado, 3 de julho de 2010
Oi!!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Quem diria...
O Renato, também conhecido como “cachaça”, era engraçado. Ele dizia que o melhor de se ter uma namorada era a certeza de ter sexo a qualquer hora do dia ou da noite. E eu achava isso bizarro, afinal de contas, naquela época eu ainda acreditava no amor...
Pois bem. Ele era um cara gente boa, trabalhávamos na mesma empresa e morávamos na mesma cidade-ovo: Niterói. Vez ou outra, curtíamos uma baladinha e fazíamos umas festinhas juntos, mas nada de muito extravagante. Confesso que chegamos a trocar umas bitoquinhas, mas e daí ? Eu dei uns beijinhos nele, a minha prima deu uns beijinhos nele, a secretária da empresa deu uns beijinhos nele... ou seja... dar uns beijinhos nele, não era nada de muito importante. Renato, Renatinho, Nato, ou qualquer coisa do tipo, era daqueles que não dava para se apegar. Era só mesmo para pegar... Ele era uma figuraça justamente por isso, simplesmente não ligava para nada. Era tão bonitinho... mas o que tinha de bonitinho, tinha de desleixado. Os cabelos sempre estavam desgrenhados, as olheiras permanentemente embaixo dos olhos azuis-piscina, as roupas nem sempre estavam alinhadas, mesmo trabalhando em uma grande empresa... a sorte dele é que ele nunca saía para caçar “mulerzinhas”, e sim para beber com os amigos inseparáveis. E foi dessas bebedeiras que surgiu o apelido “pudim de cachaça”, que passou a ser apenas “cachaça”, o que demonstrava, obviamente, que era um apelido carinhoso. Sempre pensamos no Renato desta maneira: um eterno boêmio, amigo da cerveja, do vinho, da caipirinha e de qualquer outra coisa que tivesse álcool. Namorar? Nem pensar... nem pelo sexo certo... rs
Um dia, porém, para surpresa geral, ele veio com um papo sobre uma menina da faculdade (sim, ele fazia faculdade)... Ninguém, obviamente, deu ideia. Pensamos que era apenas mais uma moçoila sem importância que tinha caído nas graças dele. Mas uma semana depois ele continuava falando sobre a mesma menina. Confesso que se não dávamos muita importância antes, depois que conhecermos a tal menina, aí mesmo que não demos importância nenhuma. Ela era simplesmente uma paty, lisa e loira, hiper estudiosa, trabalhava no Banco Real e não morava em Niterói. Ou seja... o que ela ia querer com ele? Tomar cerveja é que não podia ser....
Mas pelo que sim, pelo que não, fingindo estudar ou não, o fato é que o menino conseguiu atrair a atenção dela e incrivelmente começaram a namorar. Só para constar: ele era o único solteiro do grupo, justamente por se dizer cético em relação a relacionamentos. Em pouco tempo, a menina ganhou o apelido de “primeira dama”, - claro que ela nunca soube disso - afinal, o Renato deu uma leve sumida do mapa... Pensamos que ele estava simplesmente usufruindo do maior mérito que o namoro proporcionava, segundo ele, é claro... Mas a coisa foi se agravando e nós, os amigos, resolvemos averiguar. Ele, obviamente, não dava o braço a torcer e para provar que não era um menino dominado pela namorada, voltou a sair com os amigos. A única diferença entre ele e os outros meninos do mundo, é que ele sempre levava a primeira dama junto. Não importava se no bar escolhido estivessem ele e mais dez homens do time de futebol: ela, com certeza, também estaria junto. Eu, que nessa época namorava há pelo menos dois anos o melhor amigo dele, ficava de cara... Pensava “o que essa menina deve ficar fazendo enquanto os homens ficam falando sobre futebol e mulher??” Nunca descobri.
Sei que os anos se passaram. Todos os namoros firmes e que despertavam total credibilidade no grupo e fora do grupo terminaram, mas justamente aquele que ninguém nunca acreditou, vingou. Em uma festa de Reveillon, a última em que estive com ele, os pombinhos falavam, sob o olhar assustado dos demais membros do grupo, sobre a compra de geladeiras e freezers para o enxoval de casamento. Realmente, ele havia mudado. Nem queria mais ser chamado de Cachaça:
- Isso não pega bem... – dizia ele.
Ok,não pega bem... Entendi.
Nesse mesmo ano do Reveillon, o das geladeiras duplex, eu terminei o meu namoro quase-casamento, o outro casal também terminou (e fizeram até listinha para vender os móveis do enxoval), e o outro menino também desistiu do casório no pé do altar, mesmo com o terreno já comprado para a futura casa... Renato, ex-“Cachaça”, que era o único solteiro convicto do grupo, porém, casou-se. Foi morar em outra cidade, coisa imperdoável para um niteroiense, no apartamento do pai da menina, junto com mais três irmãs dela, feliz da vida, como se nunca tivesse havido nenhum outro ser diferente daquele que agora era e sumiu de vez. Conta a lenda que, às vezes, ele se lembra dos velhos amigos e manda mensagens... mas não sei, não... eu, como não faço mais parte do grupo, não posso dizer...
Enfim... qual a lição ?? Não adianta negar... quando nos apaixonamos, todas as nossas convicções caem por terra... E claro, não esqueçamos do velho ditado: de onde menos se espera, é de onde se sai...
P.S.: Qualquer semelhança com a realidade, não é mera coincidência. Os nomes foram trocados para preservação do rapaz... rsrsrsrs
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Textos noturnos
É, realmente não posso falar o contrário. Realmente não acredito em muitas coisas... muitas das coisas nas quais eu acreditava morreram. E isso já faz alguns anos. Mas perguntei hoje, então, qual deveria ser a minha posição em relação a tudo o que vejo e sinto. Simplesmente ficar mentalizando que tudo vai se encaixar não me parece muito convincente. Não me acho pessimista, me acho cética, na real... E são duas coisas completamente diferentes... Não acredito mais em relacionamentos... não sei se ainda acredito que um dia casarei e terei filhos. Já disse, me acho muito velha para isso... Não me vejo com tempo hábil para conhecer alguém, me apaixonar, casar e ter filhos. A menos que tudo isso consiga acontecer num curto espaço de 2 anos... Difícil, mas não impossível, eu sei. E como todo mundo me diz: onde está escrito que essas coisas têm idade para acontecer.
A Lilica disse que se um em cem é o cara certo, então temos que achar esse um. Mas eu fiquei pensando... se de cem, só existe um que é bom, posso muito bem fazer parte do grupo dos 99 que não são (ok, admito... agora fui muuuito pessimista - rs). Fiquei pensando que Deus deve escolher, lá do alto do trono dele, aqueles que simplesmente não terão o direito (ou dever) de constituir família. E, veja que merda, ele deve ter me olhado e me marcado com um x bem grande no meio da minha testa... Do tipo, “querida, você vai se f*** em todos os seus relacionamentos, até que um dia você vai cansar, parar de tentar e vai aprender a viver sozinha.” Sei lá, mas deve ter passado mais ou menos isso pela cabeça dele antes de carimbar o me passaporte de “solteira”.
Confesso que algumas vezes já parei para me perguntar onde eu erro. Hoje me perguntei de novo. Devo voltar a ser Sandy? Devo fingir ser uma boa menina (por que fingir? E eu por acaso não sou uma boa menina??) Devo ser fragilzinha? Devo me fazer de puritana? Cara, sinceramente, eu não quero alguém que queira uma mulher assim. Quero alguém que me assuma com todas as minhas loucuras. Sei que tenho muito mais qualidades que defeitos. Sou simpática, gente boa, engraçadinha, inteligente, sei conversar, gosto de dançar, amo assistir filminhos e cozinho muito bem. Claro que como tudo e todos, tenho o lado avesso também. Talvez, eu devesse ser mais bonita e menos inteligente. Talvez, eu devesse traçar metas e arquitetar planos que possivelmente dariam certo. Talvez, eu devesse mentalizar todos os dias que encontrarei um cara que me conquistará todos os dias. Talvez, eu devesse me abrir mais e deixar de ser tão preconceituosa. Talvez, eu devesse morar em outra cidade. Talvez... Talvez... Talvez... Não acredito que para encontrar alguém eu tenha realmente que ser tão racional. Não sei o que é a coisa a certa a se fazer, mas tenho dúvidas, e quer saber, já estive em todas as pontas, já tentei de todas as maneiras e sabe quando deu certo? Quando alguém me olhou e eu olhei e aconteceu. Nunca foi pré-escrito, pré-concebido. Em todas as vezes foi assim. Um momento mútuo.
Boa semana para todos.
Beijos.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Sobre ontem
Todos sabem que não ando muito bem... estou com problemas que andam me tirando o sono e a saúde e justamente por isso tenho evitado - e muito - ver gente. Tenho preferido muitas vezes ficar só, dentro da minha concha, a sair e socializar. Afinal, não quero chatear ninguém com meus problemas e ultimamente anda difícil, muito difícil, não falar sobre eles.
Cheguei em casa agora com uma sensação boa na alma. Elas não me deram soluções, mas me apontaram caminhos e me fizeram esquecer, por algumas horas, todas as questões que vêm me tirando a paz nas últimas semanas... Como eu queria que os problemas sumissem para sempre, mas infelizmente eles não sumiram. Entretanto, tenho a compensação de saber que os laços verdadeiros da amizade sempre existirão, não importa o quão negra anda a minha aura, não importa o quão difícil seja o momento passado.
Meninas, obrigada por tudo. Se estamos todas passando por uma fase insensível ou não, eu não sei dizer... mas de uma coisa eu tenho certeza, vocês continuam sendo muito importantes para mim. Admiro o que há entre nós justamente pelas nossas diferenças e principalmente pelo respeito que existe, acima de tudo. Obrigada pela noite. Por essa de hoje e por todas as outras, passadas e futuras.
Um grande beijo a todos os meus amigos de verdade - que, graças a Deus, são muitos.
terça-feira, 1 de junho de 2010
S2
sábado, 29 de maio de 2010
Sem título
Acordei com a sua voz em minha mente. Eu sei, era apenas um sonho, mas parecia real. Você me dizia coisas sobre as quais eu realmente tenho pensado...Acordei pensando que ainda era noite, mas não. Abri os olhos ao perceber que a luz do dia já me chamava... Pensei em seu rosto e em suas palavras por mais um milésimo de segundo, ou seja, até recobrar meu juízo quase perfeito e afastar de minha cabeça essas memórias.
Enfim.
Ok, eu sei. Já deu tempo de tudo isso passar... Mas não pensem que eu não gostaria que já tivesse passado. Garanto apenas que não é mais amor, é frustração (acho que já disse isso para vocês). A realidade é que eu deveria mesmo dar uma nova chance ao amor. E eu juro que ando tentando... mas parece que meu coração já se conformou com a solidão e com as lembranças alheias.
Vontade de ouvir a sua voz. E só.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Esquetes
Não sei por que me sinto desta maneira, meio Lisbela – do filme Lisbela e o Prisioneiro – afinal, eu nem assisto à novela... Mas me parece exatamente isso... Sabe aquela personagem que passa a novela inteira correndo de um lado para outro, sem conseguir equilibrar todos os pratos no apoiador, mas que, no final das contas, encontra o grande amor da sua vida, arruma um emprego perfeito, fica rica e vive feliz para sempre? Então... é por aí. Mas aí, de repente, a realidade vem me dar um oizinho – como hoje por exemplo.
Eu estava divagando no carro. Pensando se eu devia ligar pro fulano e perguntar se realmente não vamos nos casar e ter filhos. Algo do tipo, “ow, dá uma olhadinha aí no nosso final e veja o que vai acontecer, porque dependendo do último capítulo do folhetim, eu vou ali viver um pouquinho”... Acredite, eu estava realmente pensando nessas coisas quando senti uma baforada no meu ombro e, quando me dei conta, a realidade estava ali ao meu lado, me encarando... E ela perguntou: “em que mundo mesmo você vive? Você acha que faz parte de algum desenho animado ou dramalhão mexicano? Alow,a vida tá acontecendo agora... é a sua vida... não tem roteiro pré-definido, pare de se iludir”. Olhei para ela e pensei no quanto a realidade pode ser cruel.
É incrível como esse sentimento é forte em mim. Se eu parar para pensar em todos os fatos da minha bela existência, parece que são esquetes, entende? Daquelas que vão acontecendo e se alternando com tanta rapidez que não nos damos conta do real valor de cada uma. Uma viagem, um amor, uma vida... Uma vez, uma diretora me disse que sou como um raio, como um trovão: eu passo, mexo com as pessoas e desapareço. Desapareço.
Esquetes. Rapidez. Animação. Fantasia. Palavras-chave.
Parece que estou sempre assistindo de camarote a uma peça, a um espetáculo, mas sem jamais me dar conta que a trama é real e que, vejam só, a atriz principal sou eu, aguardando ansiosa pelo final, não pelo fim, mas sim pelo desejo de ter as coisas em ordem... Pratos girando, agradeço ao público e me retiro, como se ao sair, pudesse pendurar as minhas vestes no camarim e me desfazer de um personagem. Mas não tem personagem. É vida real. Alguém pode, por gentileza, me lembrar disso?
sábado, 15 de maio de 2010
Sobre decisões
Você gosta do cara. O cara não gosta de você. Existe alguma decisão a ser tomada? Não... o cara não gosta e pronto. Ele só quer te usar, fato. Qual a sua alternativa? Partir para outra, óbvio... Mas não, o ser humano é teimoso... Você jura que vai mudar a cabeça dele e aí... escolhe a segunda opção que a princípio nem existe: fazer o cara se apaixonar por você. E aí quebra a cara, chora, esperneia e lamenta ter tomado a decisão errada. Óbvio! A opção que você escolheu não existia... era apenas fruto da sua cabeça!! Não adianta agora chorar pitangas... você terá que voltar e engolir a única opção que você tinha verdadeiramente: partir pra outra.
Outro exemplo. Você quer um cara que mora a nada mais, nada menos que 1500km de distância de você. Vai dar certo ? Você vai perguntar pra ele o que ele acha da ideia ? Não... porque a menos que vocês reduzam esse número a ZERO, ou seja, consigam estar na mesma cidade, não há o que fazer. Por mais que você queira, sonhe, deseje... será complicado. Você vai sonhar com ele, vai chorar, vai mandar recados apaixonados, mas não, ele não estará ao seu lado. Não tem internet que dê jeito nisso... Solução ? Redução dos km... Ou seja, um dos dois tem que querer sair de sua cidade... Eu sou cigana mesmo, todo mundo sabe disso, mas... será que essa opção existe ?
"Ai, que pessimista você está hoje!!" você vai dizer... e talvez eu esteja sendo mesmo, mas prefiro dizer que estou mais realista... Sei lá, às vezes a gente quer coisas que não existem... e começamos a fantasiar em cima delas e de repente: bum! Acordamos. Ou porque alguém nos acorda ou porque a realidade bate a nossa porta e nos faz enxergá-la. Mais cedo ou mais tarde isso acontece. E é tão ruim acordar de um sonho bom...
Sim, eu queria muito que 1500km não fossem nada... E como queria. Queria muito que fosse tudo tão simples como pegar o corsinha preto e atravessar a ponte, mas não é. Queria poder criar oportunidades a partir do ponto em que estou, mas não dá. Sendo assim, o que farei ? Fantasiar ? Perguntar ? Aprender a voar ? E o outro? Será que ele quer fantasiar, responder, apreciar voos ? Não sei. E em "não sabendo”, temo já ter a resposta. E tendo a resposta, resta-me uma única alternativa a ser assinalada. Odeio me sentir assim, sem opções.
Eu não preciso tomar decisões porque a decisão já foi tomada. Talvez as pessoas não percebam isso, mas eu percebo. Não posso escolher pelo outro coisas que nem eu mesma consigo escolher. E na verdade, acho que é assim que funciona. Não dá para escolhermos pelo outro... decisões precisam estar a nosso alcance, a partir do momento que elas nos fogem ao controle, decidido está. Fazer o quê ? Nem vou te responder o que eu pensei... rs
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Frivolidades
terça-feira, 20 de abril de 2010
Mais uma noite de insônia...
Como animais que somos temos a noção do perigo. Nosso instinto nos avisa, acende a luz de alerta quando nos aproximamos do perigo, mas a curiosidade humana nos leva a seguir em frente, mesmo sendo o perigo iminente. Queremos provar, experimentar e degustar aquilo que nos parece tão apetitoso. E depois de provado, resta-nos o gosto amargo da lembrança. Lembrança esta que pode ser boa ou ruim... E na pior das hipóteses, pode ser saudosa.
Sabíamos desde o início: "não entre, área restrita". Mas insistimos, entramos e provamos o que não era pra ser provado. E depois ? Sentimos falta. O doce nos é tirado da boca e ficamos desejosos de mais e mais. Mas esse mais não existe, a fantasia se desfez e você está novamente só, como antes. Aquilo que era perfeito mostra-se na realidade imperfeito, aquilo que lhe parecia bom e salutar mostra-se agora ruim e maléfico. Destrói seu organismo, seus pensamentos, sua razão, seu coração. E você? Insiste mesmo assim em querer mais. Deseja simplesmente saciar a sua vontade, o seu desejo, mesmo que seja irreal, mesmo que seja uma ilusão ótica. E por quê? Porque preferimos o que nos mata àquilo que nos dá vida. Preferimos a dor, o incerto, o imaginário simplesmente porque não conseguimos enxergar algo que nos seja maior e mais concreto. Preferimos a lembrança, a incerteza constante, a migalha. E é assim que somos. Acostumados ao pouco, somos incapazes de enxergar que o pouco não nos completa, ao contrário, o pouco abre vazios ainda maiores.
O pouco, a migalha... é com isso que nos contentamos.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Verborragia
quarta-feira, 14 de abril de 2010
E para os interessados...
Enfim.
Questões do tipo "a quem interessar possa":
- Continuo doente (saco... duas semanas seguidas... não aguento mais!);
- A "casa nova" corre sério risco de virar "casa velha" dentro em breve... (isso segundo a minha mãe crazy, óbvio);
- As aulas estão tranquilas;
- Terminei "Depois daquela viagem" e recomendei para um monte de gente - aliás, recomendo pra vcs tb!;
- Conversei esta semana com um escritor e um jornalista e quer saber? Finalmente escolhi o que quero ser quando crescer... Um doce para quem adivinhar...
- Descobri que tenho medo de (novos) relacionamentos. E ponto. (e pra falar a verdade tenho medo até de admitir isso....)
Ah! Já tenho próxima parada novamente: SÃO PAULO!! Em maio estarei por aí curtindo umas baladinhas... Só quero ver qual vai ser!!!
Beijos e beijos e até depois!!
quarta-feira, 31 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Sobre voos duplos
sábado, 6 de março de 2010
Uma menina que por ser tão linda foi agraciada com uma profecia
E a profecia dizia que sendo ela tão linda
Ninguém jamais seria digno dela
A menina cresceu e não entendeu
Resolveu lutar contra o destino
Buscou oráculos, sábios e deuses
Nada adiantou
Não conseguindo livrar-se de tal destino
Trancafiou-se em uma torre alta
Tão alta que ninguém jamais poderia alcançá-la
Sem perceber
Apressou o seu destino.
Apressou-o e impediu que ele se cumprisse.
O destino não queria que ninguém a alcançasse
A profecia era
"Ninguém seria digno dela"
E não "a solidão será sua companhia"
Sentindo-se impotente diante do que entendera
Achou melhor fazer o que lhe convinha
Ao tentar livrar-se do que pensava ser o seu destino
Aproximou-se do que ela mais temia
A solidão passou a ser sua companhia
Com seus muros e paredes apenas